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Friday, 29 January 2016

Dina Resende / Rosgard Lingardsson - piano recital - Sunday (Domingo). January 31 (31 de Janeiro) - 16.30h (4:30pm)

(post : EN & PT)


If you are in Portugal, near or in Oporto (Portugal), don't miss the opportunity of catching this concert, where the performers will certainly dazzle, and the instrument itself is a "handful".
I would call this a duo performance but in fact it is a trio, whereupon the instrument itself is an entity and seems to have a soul of its own, capable of shining trough due to the talent and masterful artistry of the four hands that shall play it's heart out. 

Although they should not need an "introduction" per se, I shall leave biographical notes regarding each, for those whom are unfamiliar with said performing artists.



I shall quote the source (- LINK) where I first saw the news of this concert, in the original language (Portuguese), and beneath leave some of it translated into English (in blue lettering).







Dina Resende e Rosgard Lingardsson apresentam-se em Recital de Piano a 4 mãos no Auditório do Centro Paroquial de Cristo-Rei no Porto, dia 31 de Janeiro, às 16:30 horas,
por ocasião do 37º aniversário da paróquia. O piano disponibilizado para o concerto é uma peça rara, um
Steinway “Model A”, de 1898, original, em excelente estado de conservação.


Ambas professoras de piano no Conservatório de Música do Porto, as pianistas tiveram origem, formação e percursos diversos até se encontrarem neste duo a 4 mãos, tendo já actuado em diversos locais, nomeadamente na escola onde ensinam.



Dina Resende iniciou estudos de piano aos 8 anos, tendo sido discípula de Maria Manuela Araújo e de Marie Levêque de Freitas Branco até ao falecimento de ambas. Em 1985 instala-se em Paris para prosseguir estudos com o actual mestre Jean Fassina, tendo aí concluído estudos superiores de piano na École Normale de Musique de Paris Alfred Cortôt, na classe de Marian Rybicki.


(dados biográficos um pouco mais extensos - no fim deste artigo)









Rosgard Lingardsson, dinamarquesa, estudou com Gunnar Hallhagen, mais tarde, na Florida, com Harold Sanford – discípulo de Joseph Lhevinne e, sob a orientação do aclamado pianista e professor Stanislav Knor, concluiu com distinção os seus estudos superiores em “Piano Performance”(1986) e “Pedagogia de Piano e Música de Câmara”(1988) na Royal Danish Academy of Music, em Copenhaga.



(dados biográficos um pouco mais extensos - no fim deste artigo)











Programa:
Mozart, W. A. -: Sonata em Ré M. K381
Schubert, F. – Fantasia em Fá m. D940
Barber, S. – Souvenirs Op. 28, V. Hesitation Tango
Piazolla, A. – Libertango
Dvořák, A. – Dança Eslovaca Op. 72 No. 2
Brahms, J.
– Dança Húngara No. 1
– Dança Húngara No. 17
– Dança Húngara No. 4
– Dança Húngara No. 6





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(EN) - Dina Resende and Rosgard Lingardsson shall give a recital for *one piano - four hands*
on a rare piano - an
1898 original Steinway "Model A", in mint condition.

The recital shall be held at the
Cristo-Rei Parish Centre Auditorium at 4:30pm, this coming Sunday (January 31st)
for the occasion of the parish's 37th anniversary.

Both, with their own personal and diverse musical background ("story" if you will), teach piano at the Oporto Conservatory of Music. It is from here that this performance duo, that has already given recitals in a variety of places, on various occasions, was born.

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Dina Resende, a disciple of  Maria Manuela Araújo and of Marie Lavêque de Freitas Branco (until the departing of both piano masters) began her piano studies at the age of 8.  
In 1985 she took residence in Paris so as to also be mentored and continue her studies under another piano master  - Jean Fassina. It was  there that she completed her  "Extensive / Higher" piano studies  at the École Normale de Musique de Paris - Alfred Cortôt (class of Professor Mariam Rybicki
)


(you will find more regarding  D. Resende at the bottom of this post)










Rosgard Lingardsson , born in Denmark, studied under Professor Gunnar  Hallhagen,  and later  under Harold Sanford (disciple of piano master - Joseph Lhevinne) in Florida.
Under the guidance of the acclaimed pianist / piano teacher - Professor Stanislav Knor, she concluded with high distinction her "Extensive / Higher" music studies :
Piano Performance (1986) ,  Piano Teaching, and Chamber Music
-
at the Royal Danish Academy of Music
in Copenhagen.


(you will find more regarding  R. Lindardsson at the bottom of this post)

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Dina Resende – notas biográficas

Dina Resende iniciou estudos de piano aos 8 anos, tendo sido discípula de Maria Manuela Araújo e de Marie Levêque de Freitas Branco até ao falecimento de ambas. Em 1985 instala-se em Paris com o propósito de prosseguir estudos com o pedagogo Jean Fassina, onde permaneceu durante 12 anos, assumindo-se como sua discípula. Entretanto, conclui estudos superiores de piano na École Normale de Musique de Paris Alfred Cortôt, na classe de Marian Rybicki.

Participou em diversos seminários internacionais e frequentou "master classes", nomeadamente no “Centre Acanthes" e, em Szombathely, na Hungria, o “Seminário Bartok”, com Zoltán Kocsis, François-René Duchâble e Paul Schillawski, entre outros.

Dina Resende apresentou-se em concertos em Portugal, França, Alemanha, Itália, Suíça e Espanha.

Foi professora em vários Conservatórios de Música da região de Paris, nomeadamente no de “César Franck”, em Senlis, onde foi delegada do departamento de teclas durante 7 anos. De regresso a Portugal, leccionou no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, onde foi directora pedagógica durante 5 anos. Actualmente é professora de piano no Conservatório de Música do Porto.

Dina Resende foi fundadora e membro da direcção da “A Tempo”, associação sem fins lucrativos com a missão de divulgar obras de compositores vivos, com sede em Paris, cujo presidente foi, até há pouco tempo, Pierre Boulez.









Rosgard Lingardsson - notas biográficas

Pianista dinamarquesa, Rosgard Lingardsson iniciou os seus estudos com o Professor Gunnar Hallhagen. Mais tarde, na Flórida (EUA) estudou com Harold Sanford – discípulo de Joseph Lhevinne. Sob a orientação do aclamado Pianista e Professor Stanislav Knor, concluiu com distinção os seus estudos superiores em Piano Performance (1986) e Pedagogia de Piano e Música de Câmara (1988) na Royal Danish Academy of Music, em Copenhaga. Ganhou vários primeiros prémios em concursos, entre os quais, o ‘Den Kungliga Musikaliska Akademis Utlands Stipendium’ (1983), então dos mais importantes da Escandinávia, bem como inúmeras bolsas para estudar nos EUA, na Suécia e na Dinamarca.
Vive em Portugal desde 1992 e é docente de Piano no Conservatório de Música do Porto desde 1999. Os seus alunos são, regularmente premiados em concursos nacionais e internacionais. Frequentemente é convidada a integrar membro de júri em concursos nacionais e internacionais de piano.
Tem actuado em concertos e festivais na Suécia, Dinamarca, Áustria, Portugal, Grécia e Gré Bretanha, Estados Unidos. Em Portugal tocou em salas de renome como no Teatro Ibérico e Palácio de Foz, Lisboa e recentemente actuou no Ciclo de Piano na Fundação Eng.º António Almeida, Porto. No verão 2015, actuou na Casa da Música – Porto, num concerto comemorativo dos 150 anos do aclamado compositor dinamarquês Carl Nielsen.

LINK







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 Further Links:
(Ligações)





Monday, 6 July 2015

Agora vamos ver como funciona o sistema digestivo da Europa, e de outros.. (post language: PT)

Li ontem, foi escrito ainda antes do fecho das urnas, e não podia deixar de partilhar o seguinte texto. 
(autor Joseph Praetorius)


Numa Weuropa posta a ferros (financeiros) testa-se hoje, na Grécia, a resistência política das soluções adoptadas, as que já falharam na América Latina contra a qual se lançam hoje as estratégias de sedução: os USA restabelecem relações diplomáticas com Cuba e Francisco de Roma inicia hoje a digressão que exibirá o seu sorriso humano em toda a América do Sul.
A África sub-sahariana tornou-se um objectivo, porque os chineses estão em toda a parte e a Weuropa em parte nenhuma; e aí temos Hollande rastejando em Luanda por mil milhões de euros que, de resto, conseguiu. Nessa mesma África porém, pairam as sombras do Estado Islâmico, prodigioso mistério da política externa americana, que estende a sua sombra ameaçadora da Nigéria e Argélia ao Afeganistão, passando pelo controlo territorial de vastas zonas do Iraque e da Síria, fazendo-se notar até nos Balkans e anunciando-se no Cáucaso.Na margem noroeste do Mar de Azov prossegue o drama ucraniano, com uma retirada surpreendente das milicias em frente a Mariupol, parecendo hoje evidente que deixou de haver Ucrânia cuja unidade a ocidente e a leste possa manter-se a ferro e fogo na mais negra miséria.
A serena Rússia exibe à Polónia e aos baltas uma prefiguração do que seria a vida deles sem ela. E a UE ainda não se deu conta de que não pode arrostar com os custos de um confronto de que se imagina capaz estando, como está, integralmente dependente da compra de energia àqueles a quem imagina poder conter, se não mesmo vencer. A construção dos gazodutos para a China e para a Weuropa corre a bom ritmo. A Turquia e a Grécia descobrem assim interesses comuns que podem - já não era sem tempo - impor a paz entre ambos com fundamentos muito pragmáticos e isso não é pequena utilidade.
Ao FMI opôem-se soluções em alternativa que já começaram a funcionar, mas que dependem evidentemente da capacidade de resistência política dos países cooperantes dessas novas soluções. As conspirações estão ao rubro em todo o lado. Os serviços de inteligência trepidam e os seus agentes transpiram.
E neste curioso momento, a Grécia emerge da irrelevância do indigente e atinge a glória do nobre rebelde, ao alcance de cuja galhardia estão alguns pontos nevrálgicos do projecto de dominação em curso - mas em refluxo - e hoje, ao fim do dia, teremos ideias mais claras sobre a consistência das forças no terreno. Mas os confrontos atingiram uma fase onde se espera o desempenho de pessoas normais. Creio que acabou a fase das nobrezas palatinas de eunucos e das cortesãs mais envilecidas que envelhecidas. (E que curiosa fase, esta).
As direitas tradicionalistas (posição sobretudo moral) e as esquerdas liberais (outra posição sobretudo moral) convergem em atitudes comuns de resistência contra a miséria imposta pela especulação financeira e pela trama de corrupções que sustenta e onde se sustenta. Os estupores das velhas e os seus bandos de capões parecem já coisa passada. Assim o consinta O Clemente.




Earth photograph - Nasa | Apollo 8 | Dec. 1968 (first photographs taken of our planet)



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Agora que se sabe o resultado: 61,31% não | 38,69% sim , aguarda-se como vão digerir a coisa. Eu tenho uns sais de frutos (a Ginjinha, é só para pessoas amigas.., sais de frutos e já vão com sorte)

Pois..... e conviver com democracia deve ser mesmo complicado para alguns que,
vão ter que se "desobstipar" com isto.

Não sei o que vem amanhã, mas o evento de ontem foi épico e de grande beleza, por isso..










Bom dia.

Friday, 8 May 2015

Life is short but beauty is eternal ♥ / Há coisas que nos lavam e aumentam a alma


They're currently on tour in France,

I can hardly wait to hear the recording.





Richie Beirach - piano Regina Litvinova - keys./vocoder Christian Scheuber - drums




(below is a painting that shares the músic in the video clip's name, that is currently the property of the city of Lisbon. - Gaia. )



I post this on the day another towering force in music turns 70 - Mr. Keith Jarrett.
Wishing all a blissful day. 

Take care.





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Mal posso esperar para ouvir a gravação que em princípio estará pronta este mês. 




E, já que a música no video-clip se chama "Gaia" - deixo uma versão dela, pintada, aqui.

(pois ao ouvir coisas assim, levanta-se e de imediato põe-se a dançar)







É um belo dia, este, para a música, já que outro grande da música faz hoje 70 anos - Keith Jarrett.


Votos de uma boa tarde, a quem por aqui passar.



Tuesday, 22 April 2014

Earth Day / Dia da Terra

Note:
 - to those who always or easily coin phrases such as "I hate people" or "the more I know animals the more I hate Humans"
(always bizarre to hear since Humans are animals, not vegetables or minerals)
or other such sayings.  When one sees behavior that is deemed as being astounding or beautiful to one's mind's eye in other beings, one is always doing so through Anthropomorphism whether one likes it or not unless the person is in fact themselves a dog, shark, caterpillar, tiger, dinosaur, gorilla, echinoidea, elephant or other animal. How can one ever propose to view the world other than through the conscience of that which one is, I ask?
It appears to me that we will only truly love our planet, with all its plants, animals and minerals, when we are capable of embracing not only its virtues but its flaws. This obviously doesn't mean that terrible gestures born from greed, intolerance and hatred are good, but it is knowing that such exists that one stands the test of loving one's planet.
On a simpler and personal level, in order to truly love another person whether that person be a romantic partner, blood relative or friend, one must accept the person for what he or she is.  If we want to change them it is because we in fact are in love with someone else and not with that person; we love whom we deem that person ought to be in our eyes and not who they are.
Still speaking of our planet, on another level there are plants one may appreciate more than others, I for instance have a heavy distaste for turnips, not visually, just can't stand the taste of them. I may go as far as to suggest I have a hard time accepting their existence but in truth would never wish to contemplate those who for some strange reason love them, going without. Moreover I would never blame a Giant Sequoia for the existence of turnips.

(sure, sure, I give in, for the purposes of metaphor we can exchange the tree for a beetroot or a potato, fine, alright by me, whatever.. geez)


Ok, it may seem easier to generically love all plant life, including turnips, so let us go back to the animal kingdom.
Even our beloved dolphins, social animals, known for their high intelligence and extraordinary behavior even towards many other species of animals (ok, with an exception for sharks, ok)
have some members with disorders. On occasion some are psychopaths, committing murder, rape, infanticide and other terrible acts.
 Let us accept temporarily the fantasy that Humans are not animals. Would the same people who say Humans are bad as opposed to "animals" have the same measure for judging dolphins or, through the position of the "benevolent god" look down upon them and say, "Oh no, in their case no".
Since the "judge" has taken upon him or herself the judgement of that which is an animal accepted and that which is not, that person puts themselves in the position of a superior being, or if you will as "God" above others.
Regardless of one believing or not in God there is a balance in nature and most things surpass our mortal existence.  Most of the time one is either unborn or has passed, between such frontiers we live.

Life is short, why must one in conscience rush others into pain or suffering?





Magnum photographer - Raymond Depardon,'s Tribute to Basaglia- LINK New Book: MANICOMIO Secluded Madness  




photo: (Magnum founding member) Henri Cartier-Bresson, 1930




photo: Henri Cartier-Bresson, Lisbon - 1955




photo: Henri Cartier-Bresson, Dieppe, France, 1926 (click on the image for an unfettered view)




photo: Marc Riboud - 1967  (Magnum photographer) 








photo: - Raymond Depardon,'s Tribute to Basaglia- LINK New Book: MANICOMIO Secluded Madness  


This is my post for Earth day.

Have a nice day.




Richie Beirach performing Bill Evans's "Peace Piece"




Sunday, 23 June 2013

Já que estamos em Junho.. musica - Carlos Azevedo - June and an incredible moon (with music)

 Já que estamos em Junho, e que só voltaremos a ter uma lua assim daqui a 18 anos, deixo aqui um promenor de uma obra que me é muito cara, desenhada por Carlos Azevedo.
Uma lua desenhada.. (parte de um desenho maior)






I'm told the moon shall only be this bright and close to us within 18 years. Since it's June, a beautiful month, I leave you with the above detail of a larger drawing created by Carlos Azevedo.
 I can evoke so many reasons as to why I hold this work so dear that I'm afraid the moon should pass before I'd finish.
Therefore I'll just leave it as is, mentioning that it is a detail "of a grand design" (double meaning)


I'll also leave you with a small sample of his music.
A prolific composer and musician, among other things he had been a teacher and director of the school for Jazz at The Hot Club of Portugal, the founder of S O M music school in Marinha Grande (Portugal), he also held many workshops and seminars nationwide.
An award winning composer, he wrote soundtracks for film as well as for the theatre. Having won on various occasions international and national prizes, his music is full of amazingly rich harmonic and contrapunctal lines and can be placed under various differing musical genres.  For the time being I can only give a small sample, mostly of some of his jazz (music and/or arranging). Hopefully soon I shall be able to supply other musical samples of his work.


Wishing all a happy June and summer


























Também aqui fica alguma música com ele, de sua autoria ou arranjo. Por enquanto é o que tenho para aqui pôr mas em breve terei mais coisas disponíveis.

Não sendo fácil para mim, ainda, falar do Carlos, sinto que não o fazer é ajudar para que a sua obra caia no esquecimento. N
em ele nem nós obviamente merecemos isso, e hoje parece-me um belíssimo dia (que termina com uma fantástica lua cheia) para lhe trazer para aqui para este blogue.



 Aluno, entre outros, de Jorge Peixinho, tendo começado a estudar piano muito novo com a sua mãe, a sua música como se sabe é especial, sendo que, quanto a mim, e como em tempos mencionei ao próprio, no que respeita à sua obra de caríz mais erudita existe uma aparente ligação forte ao que se pode ouvir em mais dois autores portuguezes anteriores a ele, e no qual sinto haver uma especie de "continuação", António Fragoso e Luíz Costa
(Vitor Macedo Pinto também, ia-me esquecendo deste, mas não me recordo se dele alguma vez tenhámos falado quando de música falávamos).  
Há certamente outras influências, quer tenham sido exercidas sobre ele como autor e músico, quer sejam dele sobre outros, de dentro e de fora do nosso pais.
É sempre assim com autores de sua envergadura. 

Retomando o que escrevia acima sobre Fragoso e Luíz Costa; como infelizmente não há o hábito no nosso país de valorizar, escutar, lembrar os nossos autores, deixando-os cair num vil esquecimento, digo,
merece mesmo muito ouvir qualquer um deles, e se tiverem oportunidade, os três..
No meu caso, quando me consigo abstrair da beleza que escuto nas obras e começar a verbalizar o que penso sobre as mesmas, pelos motivos que mencionei fico sempre perplexa, mas maravilhada, com tal ligação e fio condutor comum, por assim dizer, entre os nossos autores.
 Como disse, de momento tenho disponível aqui na internet pouca coisa do Carlos, do seu lado mais "erudito", por enquanto, nada.
Espero em breve conseguir disponibilizar exemplos desse tipo de obra dele, e mal as tenha disponíveis aqui na 'web' farei outro artigo onde incluirei os três autores, ele e os outros dois.   Sei que há deles algumas coisas, poucas, mas bem interpretadas por Miguel Henriques, por exemplo.
 Nessa altura, e se por acaso se lembrarem deste artigo, gostaria de saber o que pensam sobre este assunto.  

Poderia estar para aqui horas a escrever o que penso sobre a influência, mesmo que inadvertida e, ou, de forma inconsciente exercida de uns autores sobre outros, principalmente em casos onde a fruição dessas mesmas obras seja dificultada como no nosso caso onde a grande maioria das instituições, professores, programadores, canais de rádio e televisão parecem ter pouco o hábito em se lembrarem, ou darem a conhecer, incentivar, o tocar de tais obras.  Será certamente por motivos vários mas onde nunca se poderia dizer, como é fácil de verificar, que é por não se ter grande valor ou interesse artístico.  São obras, como é fácil de verificar, "Maiores", que só não têm mais impacto por serem constantemente "apagadas" da nossa memória colectiva, embora em alguns casos, possívelmente, de forma inadvertida.
 Neste momento apenas trago três ou quatro músicas, mas da tradição mais jazzística na sua maioria, com arranjo e, ou, autoria de Carlos Azevedo. Quanto ao assunto que acima escrevo, ficará para outra altura.





Espero que o verão vos traga coisas boas, e vos proporcione caminhos para um futuro melhor.  





Tschhhhhhhh.. e agora? Ela mexeu-se!!!

tschhhh-quecoisa. Oh, Carlos.., e agora?!