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Tuesday, 29 March 2016

♥


March 29





I heard this not long ago and instantly knew I would post it this day, not only as a present that I would leave for someone extremely special to me, who can no longer receive gifts (though I leave it as such, whether he can or not. I, and others know how it would warm his soul to hear it), but because it's beauty also touches me, profoundly.


It is a sunny, warm day; the sea calls in all its blue splendour, so I shall go sit next to it.
(wishing all who should pass by this post a lovely day).

















.............. como quem deixa um presente de anos, com muita ternura e uma saudade que esmaga, fica aqui isto, tocado pelo autor original, com seus amigos - Sabemos bem como esta introdução, por exemplo, te ia fazer sorrir a alma (Carlos).





E agora sair, para ir ver o mar, neste belo dia que te viu nascer. Beijo
























(e deixo um abraço, a quem por aqui passar - Bem hajam)











Saturday, 26 July 2014

Temos novamente festa no Estoril? No Hotel..?



Alguém me pode explicar, assim bem explicadinho, a razão do Sr. Salgado, agora, após ter sido detido por umas horitas ontem passar a ter como sua guarda, a Mossad?



Era só para saber..






_______________________________________________


 Ainda me recordo muito bem de ir tocar, no "mais estranho grupo de casamentos", nome de conjunto dado pela minha alma gémea, com quem toquei mais um ex e alguns amigos, no hotel Palace, no Estoril, onde no meio de momentos com música erudita, jazz e ligeira, se percorria as salas e se imaginava a era da espionagem, do tempo da Grande Guerra, conversando de forma  viva sobre tal era e sobre certos episódios entre outras coisas.


enfim...
..coisas

___________________________________________________









Encontrado na página de um
 amigo numa rede social.















bom fim de semana

Monday, 21 October 2013

October 21 - in the absence of time / 21 de Outubro - ausência








O que é um ano,
um mês,
uma semana, 

ou dois minutos?
Que "série ininterrupta e eterna de instantes" é esta?  
Que tempo 
  é este?  
(que insiste em me bater na face 
entrelaçando-se com o que dos olhos verte (?), 
copiosamente se lançando para um lugar e tempo que tão preciso e precioso será, incerto é (?) ) 
Que chuva é esta?  
(que insiste em me bater na face 
entrelaçando-se com o que dos olhos verte (?), 
copiosamente se lançando para um lugar e tempo que tão preciso e precioso será, incerto é (?) )
Que vento é este? 
(que insiste em me bater na face 
entrelaçando-se com o que dos olhos verte (?), 
copiosamente lançando tudo para um lugar e tempo que tão preciso e precioso será, incerto é (?) )

Que mar é este? 
(que insiste em me espelhar o rosto 
entrelaçado-se com o que dos olhos se converteu (?), 
que copiosamente lançará tudo para um lugar e tempo que tão preciso e precioso é, incerto será (?) )



Sinto o oscilar das eras nos teu rosto e nas tuas 
mãos imaculadas.  

Sinto tudo. 

Sinto o cheiro do movimento das ondas, 
da espuma,
do branco, 
da ausência..

Ausência?

A ausência não existe, não pode porque eu estou aqui.
               (e não estou).

E tu que como eu aqui não estás, vens secar-me a alma que se afogava 
numa maré que não pára.  
                                                              Desta vez
tenho o consolo do firmamento, do sonho, 
e, sei o nome de cada lágrima que cai. 









____________________________________________________________________ .
(pictiures taken with an old cell phone - G. AlmeidA, words by Maria MFA Costa) 










 He's running  Each wave a mistress cradling all limbs  
 Back and forth and forth and back and back and forth 
 and forth  
 In a frothy embrace, 
 chasing,   
 Each being one and manifold,  
 in love and rapture  
         as the sand stirs, 
         the sea soaks, 
 the sun bends,  and the heart..  
 beats to an eternal longing that begins  from that moment on -   

__________________________________________________ .




♥
(esta é para ti..)







Thursday, 22 November 2012

Longitude Zero - November 29 - final concert (29 de Novembro, última actuação)





Como alguns já sabiam, estava agendada uma actuação
«Longitude Zero Menos 4», um dueto,
nos Duetos da Sé (em Alfama/Lisboa) para o dia 29 deste mês.  


Foi alterado para passar a ser um concerto/reunião,  do grupo mais "alargado",
LONGITUDE  ZERO (será esta a sua última apresentação).

Tendo este sido ao longo dos anos um conjunto que, para além da música, foi e é pautado por laços de grande amizade, decidiu-se estender o nosso tamanho para assim tentar englobar elementos dos vários conjuntos musicais, teatrais e/ou de arte cinematográfica, bem como outros cujas vidas se cruzaram por um motivo ou outro com Carlos Azevedo e que lhe eram importantes.  

Muitos foram os músicos (e não músicos) marcados por ele, pela sua vitalidade, humor,  inconformismo, e pela enorme criatividade que ora se exprimia pelas harmonias invulgares de grande beleza arrebatadora e de  lirismo melódico, ora se exprimia pelo traço e pela palavra.  Um "Príncipe das Artes", como diz José Corisco
(AQUI - para quem tiver Facebook), e bem.

Ao longo dos tempos muitos foram os que partilharam com ele um palco, aquele estrado que se encontra em quaisquer teatros e  clubes de música ao vivo, assim como o palco da vida.   Muitas são as histórias a partilhar e regozijar  pelo facto de as termos vivido a seu lado.
Temos todos assim este elo comum, e ao estarmos juntos, mesmo que possamos não nos aperceber disto, esse elo estará presente;  assim como estará certamente na sua música, nos seus incríveis desenhos, nos textos e nas inúmeras frases (escritas ou orais)  que tanto gozo dá recordar.

Por este motivo, nesta actuação "especial", o grupo atinge o seu tamanho máximo (e último) devido a uma "ausência" sentida por todos.

É a nossa última actuação e será, esperemos, uma forma especial de a fazer, em que todos irão partilhar o "palco sonoro" no serão do dia 29, e independentemente de terem como profissão a música, ou não.

Não se irá cobrar a habitual entrada, não havendo assim quaisquer remunerações para quem estiver neste "evento", a participar, ou para a casa - (Duetos da Sé)

Este artigo é escrito principalmente para avisar quem já confirmou poder participar, ou os que esses mesmos se lembrarem de avisar, e assim para  alertar que é já de hoje a uma semana. O evento é público e aberto a todos os que nos quiserem ver, ou partilhar o momento connosco.  São naturalmente todos bem-vindos. 



As artes, ou melhor, a ARTE é para, e de todos.  É para ser vivida, partilhada e  sentida no âmago de nosso Ser de forma a acordar-nos para a vida. Para nos fazer "vibrar" e gozar a vida, nas mágoas, nas aprendizagens, na transformação e na alegria.  Não é (parece-me) por acaso que se ataca nas 'artes' quando se quer manipular e/ou para controlar
as massas
, 
as massas
 e as massas €.



Estas "crises" nunca são apenas financeiras e não se dão nada bem com o estar-se "desperto" para a vida. 
É através da arte, assim como esses laços de amor que nos unem (quer sejam eles por "pessoas" ou pelo "colectivo") que se consegue sentir na alma estarmos vivos. 

 «Abaixo a Morte», nas suas formas várias,  e os Seus caminhos. 
Ela, a Morte, só nos apanha de verdade quando ficamos formatados; sem reacção perante o Outro, perante aquilo que nos cerca, perante o tempo que nunca pára,  perante o que nos rodeia, nos espelha, nos faz mexer o espírito e a emoção. 
Abaixo a morte!



 - Nota pessoal - BOLAS!!!!!!!
Ora bolas, Carlos! Mas o que é que tu fazeste???!!!!!!!



















Para disparates sei que não tinhas feitiu', muito menos vontade, mas bolas, levaram-te.....
e tu deixaste :(  
Quanto te vir da proxima vez vais ouvir das boas,
ah vais, vais.


















(e agora 
que vou eu fazer .......sem ti..



Sunday, 16 September 2012

IMF Democracy and a message to a Pr. Minister plus the "Oposition"

Now that I have almost cooled off from yesterday's massive public outcry (all cities in the EU nation of Portugal), I shall leave some of my thoughts, first in Portuguese and in English further down if I have the time to do so today. I know that when we feel alive due to personal matters everything seems to be vidid and intense, but to see people take to the streets as they did was quite remarkable in itself.  



















































Ontem pela primeira vez vi ficar uma porta "entre-aberta".   Por uma nesguinha senti que se via um possível caminho para uma solução;  para aquilo que é, quanto a mim, a única forma que se possa combater o mal que nos fgazem por falsamente chamando de "democrático" o sistema que se usa para colocar este ou aquele no poder, e assim efectuar o que quem manda (ou quer mandar), deseja, e não quem elege necessariamente.   
Sabemos que em nada importa quem é eleito, pois há sempre como se diz em inglês um «hidden agenda».. Não existe oposição.   É falsa tal noção. 
Todos sabemos que usam um palavreado melhor ou pior, uns ou outros -

(os senhores do PS/PSD  e CDS-PP, os tais que nos têm sempre regido desde.., desde finais de 1975 e o golpe que foi dado ao "25 de Abril" no 25 de Novembro) 


- que embora uns mais fáceis de manipular que outros  (em trinta e muitos anos parece que salvo raríssimas e honrosas excepções, as posso contar com uma mão) todos os eleitos ou "elegíveis", estão lá para serem instrumentalizados; os actos não correspondem ao que se diz - são sempre, e vão sempre, pelo mesmo. 

Nunca foi tão verdade isto, e de forma tão gritante que com o actual elenco que ocupa São Bento como governantes e a sua oposição.   Esta época das ditas dividas soberanas que se iniciaram de forma tão "oportuna" no momento de estourar a Lehman,  há alguns anos, e as tais dividas do "sector privado" formou o  palco perfeito para a "fantochada".  
Vejamos o que é um fantoche.   É um boneco articulado por outrem. Não tem vontade, ou "vida própria".   
Daí a metáfora, os fantoches falam e fazem o que mandam,  muita, ou a maior parte dos média corporativos fazem o seu papel de forma obediente dando aquela sensação que nada de verdade se pode fazer para alterar as coisas, aldrabando, e passando a mensagem desejada, da forma desejada. 
Os partidos e suas chefias actuais, que nos últimos tempos já nem eleitoralistas têm sido, são precisamente..  são exactamente isto.  Neste momento vê-se plenamente esta realidade (como intelectualmente o mais provável é serem pobresinhos já nem esse mecanismo, o do "eleitoralismo" os impressiona, pois sabem que o "lobi" é o que faz ganhar.. )
Uma pessoa vem sentindo que de manifestação em manifestação tanto faz, nada muda.. estão-se nas tintas.  É-se eleito, faz-se o que é mandado, obedece-se ao dono, e nem se liga ao que pode ser ou não a vontade/necessidade de suas pessoas, de seu povo, e nem importa..pois é pouco importante em épocas eleitorais.  Quem manda (gente tais como o FMI com as suas Troikas) sabe isto muitíssimo bem e conta com isso.  Nem é de esperar outra coisa, acho. 

Pois é................

Mas ontem senti algo diferente; algo que nunca senti, nem desde a minha adolescência.  Podem, embora seja por certo duro, serem os donos dos 'fantoches' contrariados, e as suas mãos atadas de forma real.    Dá algum trabalho, não digo que não, e é preciso que tenha continuidade. Mas, também sabemos sabemos que tudo que merece a pena na vida assim o é. 

Desta vez, no caso de Lisboa por exemplo, que é onde eu estive,  via-se séria preocupação com o que o povo supostamente queria.  Reforçaram a segurança na sede do FMI, para assim falar dum sítio.  

Pelo o percurso sugerido, ou seja o que motivo foi, parece que entenderam, e facto era pois a reação esmagadoramente se dirigia, desta vez, a esse prédio onde eles estão (no 9º andar), na Av. da República, assim como se sentia a grande emoção frente frente ao Deutschebank, mais um ou outro símbolo de quem são os donos do actual executivo (assim como da sua suposta "oposição").  Desta vez a dimensão (a maior desde 1974) foi de tal ordem, pelo país inteiro, sabendo que coisa semelhante ocorreu no Porto, em Castelo Branco, em Faro, e em inúmeras cidades - que é ridículo tentar menorizar a ocorrência, mesmo que por meios e mecanismo da comunicação social que habitualmente são usados. 

Coitados, uma coisa é se saber que se sabe que se mente, outra é dizê-lo a quem, e sobre quem, mentem.  (peço perdão, sei que a frase anterior é de leitura estranha, mas não sei outra forma de expressar o que queria) 


Se ao ver que para além da gigantesca representação popular manifestada ontem, Sábado, dia 15 de Setembro, não se consegue evitar que em qualquer dos dias de semana (um dia destes...) a "associação de bancos de Portugal", a sede do FMI, a bolsa ou o Banco de Portugal.. for tomado..

Como evitar fugir da legalidade?  Como impor que se corra com o dinheiro que a Troika nos dá, e para mais nas condições que o dá. 
Já nem falo da imoralidade em pagar contas que não fizemos e que contraídas foram à nossa revelia..
Enfim, se nos estivermos nas tintas para com quem é eleito e nos concentrarmos em quem manda neles, retirar-lhes os brinquedos.. talvés se chegue a algum lado, a ver vamos.   Se de algum modo, não permitirmos nenhum "golpe de estado" mas obrigarmos os eleitos a regerem neste momento com o acesso às armas que os da 'alta finança' querem que se use para lhes ofertar o que cobiçam.  Ou melhor, sei que isto soa de forma bem estranha, mas se for uma "revolução democrática", onde se obriga, dentro do possível, governantes a cumprir seus mandatos e no entanto retirar acesso ao que a população manifesta não querer permitir mais rapinar, o seu 'estado social', que nada tem servido para crescimento algum, e que só tem fomentado maior sofrimento e destruição do pais.........Assim como quem diz:
          "Ai é? Então agora governa, e nem pensem em brincar às eleições, ou que se vá em 'ditadorzecos'. Têm de trabalhar, vocês, ou quem vem a seguir, se forem os vossos pseudo-opositor; mas ao não nos terem defendido de forma alguma, e estando para connosco em incumprimento.., retiramos a tal 'carta branca' que pensam ter, obrigando a que se aguentem à bronca, a governar por mandato democrático mas cumprindo o vosso dever e promessa para connosco.  Não deixamos, nem que seja à força,  mexerem mais no que os vossos donos querem mexer e destruir.     Se os vossos donos perdem interesse em vós, por assim não ser lucrativo como dantes, e sentem que nem uma ditadurasita se consgeue implementar, melhor ainda..............se for incutido medo nesses senhores, de alguma mensagem subliminar que têm de ter cuidado, não vá a moda pegar na restante Europa,  que o povo pega em quaisquer fantoches que nos querem colocar, no poder, e os obrigarmos a fazer como nós queremos... (correr com agiotas que imprestam dinheiro e obrigam através de coisas ilegais aos olhos do direito internacional, pois..... pois, obrigando ou fazendo aceitar emprestimo, coisa que mesmo que fosse dívida correctamente assumida, a quem têm cerca de 65% (se me lembro bem) ou mais probablidade de cair em incomprimento de pagamento.. é ilegitimo.   Não é só quem deve que tem obrigações legais, o credor também os tem (acho que nem é preciso mencionar por quais motivos óbvios assim o é) Resta-nos o facto de........
Nenhum estado europeu assim estava ou tem estado, NENHUM!!  
É pura agiotagem, como se sabe, e há que por termo a isso.   (por ironia, vi em mapas da OCDE que em 2010 por exemplo estavamos acima desse valor, mas que tanto nós como a Espanha estava bem melhor para cumprir nesse aspecto que os restantes países.., tenho esses mapas aqui algures e irei os colocar online mal puder)
Pois é, temos de ser nós a fazer algo pela nossa democracia, e pelo que é nosso. 
É mesmo isso que se quer, meus senhores, e tanto me faz que goste de vocês ou não, pois temos de vos 'educar' para a democracia.   Coitados, vocês que actualmente estão na classe política não parecem sequer se atrever pensar em tal coisa. E, se obrigarmos o FMI a ter de acatar com o que os seus fantoches, eleitos seja como for,  são autorizados a fazer por vontade imposta pelo povo, vão certamente vos largar a berguilha.   Vão deixar de lhes interessar.. o encanto vai-se..
Então trabalhem, meus lindos. A "bem" sabemos que não o vão fazer, e sem vos deixar demitir, ou, caso se eleja outro grupo de fantoches, o mesmo se teria de aplicar a esses, para que assim a atracção de os manipular os cordelinhos diminue.   Ou então mudem de livre vontade (coisa que não creio ser possível).   Façam lá isso.. Vejam como as Troikas  perderão o interesse em vós.  "



Se obrigados forem a governar assim, sem os atributos que terceiros gostam ter livre acesso, e pôr em causa já, já agora, a dita Troika com seus dinheiros e suas combinações perfidas para connosco, uma de duas coisas, parece-me, ou ambas vão ocorrer:

1. melhoria significativa, de nível da classe política por deixar de haver "atributos" que interesse à alta finança. 

2.  Finalmente uma possível retoma da nossa economia, a custo bem sei, mas real, e de soberania.


Ia escrever muitas coisas, e de facto escrevi, mas perdi tudo devido a falta jeito manuseando o meu computador.. apenas afirmo que a dívida pública, pelo que sei, e se não me estiver a enganar, pouco mais de 40 por cento do total da nossa dívida externa era, antes da tal famosa "crise", por isso a questão da dívida pública me parecer desde alguns tempinhos um tremendo engodo.
[ LINK ]  
E já agora pergunto, pois não entedo bem destas coisas: como se pretende fazer face à dívida, então, se o problema se diz ser de crescimento e produtividade, quando tudo que possa tal promover é destruido?    Algo cheira demasiado mal e há demasiado tempo.    


Para já, nada mais tenho a dizer, e só irei pôr isto na minha outra língua, a que habitualmente uso aqui com mais frequência, mais tarde.


Um bom Domingo a todos, desejo.









(e despeço-me, tenho uns caracóis lindos que me andam a atormentar, doucemente. não sei o que é mas de há uns tempos para cá andam meio traquinas mais que o costume comigo, que raio.., Já limpei os vidros, e andam irrequietos na mesma, que coise.. são o meu melhor amigo, são o meu ''ai jesus'', .. são tudo e mais alguma coisa, mas andam de tal maneira que.. aaaaaaaaaaaaiii,,) 




(To my English readers - please forgive there not being for the moment a written translation of the above.  I will nevertheless provide one as soon as possible. In the meantime I beg your indulgence - Have a nice day)